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8 plantas medicinais para uso em chás

8 plantas medicinais para uso em chás

A história da bebida popularmente conhecida como “chá” começou há cerca de 5 mil anos na China. Segundo a lenda, o imperador Shen Nung, ou Curandeiro Divino, obrigou seu povo a ferver a água antes de ingeri-la para combater surtos epidêmicos. Um dia, enquanto descansava sob uma árvore, algumas folhas caíram em seu copo de água fervida, resultando em uma infusão que ele decidiu provar. Impressionado com o sabor e os efeitos revigorantes, Shen Nung popularizou o chá como uma bebida saudável, essencial para o bem-estar. Tecnicamente, o termo 'chá' se refere apenas às infusões da planta de origem asiática Camellia sinensis, como o chá verde. No entanto, com o tempo, o termo caiu no gosto popular e passou a designar qualquer infusão de plantas, ervas, flores, folhas e raízes. Hoje, as infusões medicinais são a segunda bebida mais consumida no mundo, atrás apenas da água. Neste artigo, exploramos as oito principais plantas medicinais recomendadas para chás e infusões, que oferecem uma alternativa natural a remédios convencionais. Os benefícios dos chás medicinaisAs plantas medicinais são reconhecidas por suas propriedades curativas e preventivas. Utilizadas em chás e infusões, elas podem atuar como coadjuvantes no tratamento de diversas condições de saúde, promovendo o equilíbrio e o bem-estar do corpo.Entre os benefícios associados ao consumo de chás medicinais, destacam-se:  - Melhora da digestão  -  Alívio de sintomas de ansiedade e insônia  -  Redução da inflamação  - Fortalecimento do sistema imunológico  -  Auxílio no controle do peso Para preparar infusões medicinais, recomenda-se utilizar uma colher de chá das folhas secas ou de outra parte da planta para cada xícara de água fervente. Deixe em infusão pelo tempo recomendado para cada planta e coe antes de consumir. Evite ferver as ervas, pois isso pode destruir compostos ativos importantes. Confira a seguir as propriedades terapêuticas de algumas plantas medicinais, bem como os cuidados necessários para seu consumo seguro na forma de infusão. 1. Chá verde: antioxidante O chá verde é uma das plantas medicinais mais populares e consumidas em todo o mundo. Originário da planta Camellia sinensis, ele é rico em antioxidantes, como as catequinas, que combatem os radicais livres e ajudam na prevenção de doenças crônicas. Estudos indicam que o chá verde pode auxiliar na perda de peso, melhorar a função cerebral, reduzir o risco de doenças cardiovasculares e até mesmo proteger contra alguns tipos de câncer. Além disso, suas propriedades anti-inflamatórias e antibacterianas contribuem para a saúde geral do organismo. Dica: Consuma com moderação, pois o chá verde contém cafeína e pode causar insônia e irritação gástrica. 2. Espinheira-santa: protetora do estômago Pelas suas propriedades gastroprotetoras, o chá da espinheira-santa (Maytenus ilicifolia) é utilizado para aliviar problemas digestivos, como gastrite, úlceras e refluxo ácido. As folhas da espinheira-santa contêm substâncias com ação anti-inflamatória, cicatrizante e analgésica. Assim, além de proteger o revestimento do estômago, essa planta pode ajudar a regularizar a digestão e reduzir a acidez gástrica. A espinheira-santa é contraindicada para gestantes devido ao seu efeito abortivo. Durante a amamentação, seu consumo deve ser evitado, pois pode reduzir a produção de leite materno. Também não é recomendada para crianças. 3. Oliveira: benefícios além do azeite A oliveira (Olea europaea) é uma planta conhecida principalmente pela produção de azeitonas e azeite de oliva. No entanto, as folhas da planta também são utilizadas para preparar chás medicinais com diversos benefícios à saúde. A infusão de folhas de oliveira possui propriedades antioxidantes, anti-inflamatórias e antimicrobianas. Estudos sugerem que a bebida pode contribuir na redução da pressão arterial, controle dos níveis de colesterol e melhora da função imunológica. Além disso, o chá de oliveira auxilia na redução dos níveis de açúcar no sangue, ajudando a proteger o organismo contra picos de glicose, sendo um complemento útil no tratamento do diabetes. O consumo excessivo de oliveira pode levar a uma queda acentuada na pressão arterial, sendo contraindicado para pessoas que já sofrem de hipotensão. 4. Camomila: calmante natural A camomila (Matricaria chamomilla) é uma das plantas medicinais mais conhecidas e utilizadas no mundo. Sua infusão é famosa pelas propriedades calmantes e é frequentemente recomendada para aliviar a ansiedade, a insônia e problemas digestivos. Rica em flavonoides e terpenoides, a camomila possui ação anti-inflamatória, antioxidante e antimicrobiana. Além de promover o relaxamento e melhorar a qualidade do sono, esse chá pode ajudar a aliviar cólicas menstruais e sintomas de resfriados. O chá de camomila é considerado seguro para a maioria das pessoas, mas deve ser evitado por aqueles com alergia a plantas da família Asteraceae. 5. Canela: especiaria termogênica A canela (Cinnamomum verum) é uma especiaria popular tanto pelo seu sabor quanto por suas propriedades medicinais. Seu chá tem seus efeitos termogênicos, que podem auxiliar no controle do peso e no aumento da energia. Além de seu potencial emagrecedor, a canela possui propriedades anti-inflamatórias, antioxidantes e antimicrobianas. Estudos indicam que o chá de canela pode ajudar a melhorar a sensibilidade à insulina, reduzir os níveis de açúcar no sangue e aliviar dores menstruais. Por acelerar o metabolismo e elevar a temperatura do organismo, a infusão de canela é uma opção interessante para ser utilizado como pré-treino. O consumo deve ser moderado, pois a canela contém cumarina, uma substância que pode ser tóxica em altas doses. 6. Carqueja: detox natural A carqueja (Baccharis trimera) contém flavonoides, saponinas e taninos, que conferem ação anti-inflamatória, antioxidante e hepatoprotetora. Seu chá pode auxiliar na desintoxicação do fígado, melhorar a digestão e ajudar na eliminação de líquidos retidos. Uma curiosidade é que, na Região Sul, é comum acrescentar um pouco de carqueja na erva-mate e como complemento do chimarrão. O consumo excessivo da carqueja deve ser evitado, especialmente por pessoas com pressão baixa ou problemas renais. 7. Centella asiática: aliada da pele Amplamente utilizada na medicina tradicional chinesa e ayurvédica. a centella asiática (Centella asiatica) é valorizada por suas propriedades cicatrizantes, anti-inflamatórias e estimulantes da circulação sanguínea. A planta é rica em triterpenoides, que ajudam a melhorar a cicatrização de feridas, fortalecer os vasos sanguíneos e reduzir a celulite. Além disso, o chá de centella asiática pode contribuir para melhorar a função cognitiva e reduzir a ansiedade. Embora seja geralmente seguro, o uso prolongado deve ser evitado, pois pode causar efeitos colaterais como dor de cabeça e irritação gástrica. 8. Sene: laxante natural Os principais compostos ativos do sene (Senna alexandrina) são os senosídeos, que estimulam os movimentos intestinais e facilitam a evacuação. Por isso, sua infusão é utilizada para aliviar a constipação e promover o funcionamento regular do intestino. O chá de sene também pode ajudar a estimular a menstruação, pois contém substâncias que induzem a contração do músculo liso, presente tanto no intestino quanto no útero. Atenção: Use com moderação e a curto prazo, pois o uso prolongado pode levar a dependência e problemas intestinais. Cuidados e Contraindicações Apesar dos inúmeros benefícios, o uso de plantas medicinais em chás e infusões deve ser realizado com cautela e sob orientação profissional. Algumas plantas podem interagir com medicamentos, causar efeitos adversos ou não ser indicada para determinadas condições de saúde. Pessoas com doenças crônicas, gestantes, lactantes e crianças devem consultar um médico antes de consumir bebidas de plantas medicinais. Lembre-se também que consumo excessivo pode levar a toxicidade e outros problemas de saúde. Dicas para uso seguro: - Consulte sempre um médico antes de iniciar qualquer tratamento com plantas medicinais; - Conheça as propriedades e possíveis interações de cada erva; - Respeite as dosagens recomendadas; - Use ervas de boa qualidade; e - Verifique possíveis reações alérgicas antes de consumir o chá regularmente. Tenha um plano de saúde completo para atendimento preliminar e entenda o tipo de tratamento ideal para cada situação. 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Aleitamento materno: benefícios para mães e bebês

Aleitamento materno: benefícios para mães e bebês

Aleitamento materno: benefícios para mães e bebêsA amamentação é um ato de amor que vai muito além de alimentar o bebê. Ela fortalece o vínculo entre mãe e filho, proporcionando momentos únicos de conexão e cuidado. Além disso, a prática é um pilar essencial para a saúde infantil e materna, oferecendo uma série de benefícios que se estendem ao longo da vida.Neste artigo, exploramos os múltiplos benefícios do aleitamento materno para os bebês e as mães, os diferentes tipos de aleitamento e as situações em que ele pode ser contraindicado.Benefícios do aleitamento materno para o bebêO leite materno contém todos os nutrientes essenciais nas proporções adequadas para atender às necessidades do recém-nascido, alterando-se para fornecer exatamente o que ele precisa em cada fase do desenvolvimento. Por isso, em situações normais de saúde de mãe e filho, o bebê não precisa consumir nenhum outro alimento até os seis meses de vida.Como é de fácil digestão e está sempre na temperatura ideal, o leite materno reduz a incidência de cólicas e desconfortos gastrointestinais no bebê. O alimento também possui anticorpos que fortalecem o sistema imunológico, protegendo contra infecções e doenças. Estudos mostram que bebês amamentados têm menores chances de desenvolver infecções respiratórias, otites, diarreias e doenças crônicas como diabetes tipo 1 e 2.A amamentação melhora o desenvolvimento da cavidade bucal, preparando o bebê para a mastigação e fala. A prática também diminui o risco de obesidade infantil. Ainda, está associada a um melhor desenvolvimento cognitivo, influenciando positivamente a inteligência e a capacidade de aprendizado das crianças.Outro benefício do aleitamento materno é o fortalecimento do vínculo entre mãe e filho. O ato de amamentar promove o contato pele a pele, que ajuda a regular a temperatura corporal do recém-nascido e proporciona uma sensação de segurança e conforto, fundamentais para seu bem-estar.Tipos de aleitamento maternoO aleitamento materno classifica-se de acordo com a exclusividade e a suplementação com outros alimentos ou líquidos:- Exclusivo: Ocorre quando o bebê recebe apenas leite materno, diretamente do peito ou extraído, sem a adição de qualquer outro líquido ou sólido, nem mesmo água. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que nos primeiros seis meses de vida o bebê receba apenas o aleitamento materno exclusivo.- Predominante: Neste caso, o bebê recebe, além do leite materno, pequenas quantidades de líquidos como água ou sucos.- Complementar: Ocorre quando o leite materno é combinado com outros alimentos sólidos ou líquidos. A OMS recomenda que essa prática comece a partir dos seis meses de idade, podendo continuar até pelo menos os dois anos de idade.- Misto: É a combinação do leite materno com fórmulas infantis. Esse tipo de amamentação pode ser necessário por várias razões, como baixa produção de leite materno ou necessidades nutricionais específicas do bebê.Cada tipo de aleitamento materno oferece diferentes benefícios e pode ser adequado em situações específicas. Consultar um profissional de saúde é fundamental para determinar a melhor abordagem para a mãe e o bebê. Por isso, se você busca um plano ideal, a Clinipam, uma empresa Hapvida Notredame Intermédica oferece o melhor plano de saúde para você e sua família.Casos em que o aleitamento é contraindicadoEmbora o aleitamento materno ofereça inúmeros benefícios, existem situações específicas em que ele é contraindicado para proteger a saúde do bebê e da mãe. Uma delas é quando a mãe está infectada por vírus que podem ser transmitidos pelo leite materno, como o HIV e o vírus da leucemia de células T humanas do tipo 1 ou 2 (HTLV-1 ou HTLV-2). Em casos de tuberculose ativa não tratada, a amamentação deve ser evitada até que a infecção seja controlada.Também pode haver passagem de fatores contaminantes pela amamentação quando a pessoa que amamenta consome drogas, como cocaína e heroína, ou certos medicamentos como quimioterápicos, alguns antibióticos e substâncias radioativas.A amamentação pode se tornar inviável em algumas condições de saúde maternas graves, como insuficiência cardíaca severa e doenças renais avançadas, devido ao desgaste físico necessário para a produção de leite.Bebês com galactosemia, uma condição genética rara em que o organismo não pode metabolizar a galactose, não podem consumir leite materno ou qualquer outro leite que contenha esse açúcar.Benefícios do aleitamento materno para as mãesA amamentação fortalece o vínculo emocional entre mãe e filho, contribuindo para a estabilidade emocional e o bem-estar psicológico da mãe. Inclusive, a prática libera hormônios como a ocitocina, que promove relaxamento e reduz o risco de depressão pós-parto.No corpo da gestante, a amamentação tem efeitos imediatos. Primeiro, atua na recuperação pós-parto, pois reduz a hemorragia uterina e ajuda o útero a voltar ao seu tamanho normal mais rapidamente. Segundo, a amamentação consome calorias, o que contribui na perda do peso ganho durante a gestação.No longo prazo, mulheres que amamentam têm menores chances de desenvolver câncer de mama, ovário e colo do útero, devido à menor exposição aos hormônios que podem promover o crescimento dessas células cancerígenas.

Coqueluche: riscos e como proteger sua família

Coqueluche: riscos e como proteger sua família

Coqueluche: entenda os riscos e como proteger sua famíliaVocê sabia que uma tosse persistente pode ser mais perigosa do que parece? A coqueluche, também conhecida como tosse comprida ou pertussis, é uma infecção respiratória altamente contagiosa que afeta pessoas em todo o mundo. O risco de transmissão da doença aumenta em tempos de clima frio e ameno, como no final do inverno e início da primavera. Nessa época, os cuidados devem ser redobrados com bebês de até 6 meses, que ainda não completaram o esquema vacinal primário contra a doença.Diante do recente aumento de casos de coqueluche em diversos países, o Ministério da Saúde do Brasil emitiu em maio de 2024 um alerta para reforçar a vacinação tanto em bebês quanto em gestantes e profissionais que atuam com crianças pequenas. Além disso, medidas de vigilância epidemiológica estão sendo intensificadas no país para prevenir surtos e garantir a segurança da população.Confira neste artigo como proteger sua família da coqueluche e contribuir para a saúde pública.O que é coqueluche?A coqueluche é uma doença infecciosa aguda causada pela bactéria Bordetella pertussis, que afeta principalmente o sistema respiratório, incluindo traqueia e brônquios. A infecção se caracteriza por episódios de tosse intensa e prolongada, podendo durar entre 6 a 10 semanas. O período de incubação vai de 5 a 10 dias, podendo variar de 4 a 21 dias e, raramente, até 42 dias.A coqueluche é altamente contagiosa e se espalha por meio de gotículas respiratórias expelidas ao tossir, espirrar ou falar. Uma pessoa infectada pode transmitir a bactéria para 12 a 17 outras suscetíveis. Em casos raros, a transmissão pode ocorrer por objetos contaminados com secreções de pessoas doentes.Quais os principais sintomas da doença?A infecção por B. pertussis invade a mucosa respiratória, aumentando a secreção de muco, que é inicialmente líquido e então torna-se viscoso e consistente. A doença evolui em três fases:Fase catarral (1 a 2 semanas):- Nariz escorrendo (coriza)- Febre baixa- Espirros- Tosse leve e ocasional, que aumenta gradualmente- Espirros, lacrimejamento, anorexia, apatia- Tosse seca noturna, tornando-se diurna. Febre é rara.Fase paroxística (2 a 6 semanas):- Episódios de tosse intensa e rápida- Tosse termina com som característico de "guincho"- Vômitos após os episódios de tosse- Fadiga extrema- Crises de tosses fortes, sucessivas, seguidas por estridor rápido à inspiração profunda- Secreção viscosa copiosa pode ser expelida ou borbulhar nas narinasFase de convalescença (semanas a meses):- Redução gradual da tosse- Episódios podem reaparecer com infecções respiratórias subsequentes- Duração média da doença: aproximadamente 7 semanas, podendo variar de 3 semanas a 3 meses ou mais.Potenciais riscosA maioria das pessoas consegue se recuperar da coqueluche sem sequelas e maiores complicações. Contudo, a doença pode ser grave em lactentes (bebês que estão na fase da amamentação) e crianças pequenas, causando complicações como encefalopatia, apneia, pneumonia, convulsões e até morte. Os mais suscetíveis são bebês de até 6 meses de vida, que ainda não completaram o esquema vacinal primário contra a doença.Em adultos, embora menos comum, a coqueluche pode resultar em complicações como fraturas de costela devido aos intensos episódios de tosse. Como funciona o tratamento da coqueluche?O tratamento da coqueluche envolve o uso de antibióticos para eliminar a bactéria e reduzir a transmissão da doença. Em casos graves, pode ser necessário hospitalização para monitoramento e suporte respiratório. Em lactentes, a sucção para remover o excesso de muco da garganta pode ser vital.Além disso, é essencial manter o paciente em isolamento para evitar a propagação da infecção. Cuidados de suporte, como repouso, hidratação adequada e medicamentos para aliviar os sintomas, também são recomendados.Prevenção com a vacina pentavalenteA principal estratégia para prevenir a coqueluche é a vacina pentavalente, que protege contra difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e infecções causadas pelo Haemophilus influenzae tipo b. Essa vacinação começa aos 2 meses de idade, com doses subsequentes aos 4 e 6 meses. Ainda são necessários reforços aos 15 meses e aos quatro anos de idade.A imunidade conferida pela vacina, no entanto, não é permanente, exigindo reforços ao longo da vida adulta. Por isso, o Programa Nacional de Imunizações (PNI) recomenda a vacinação de gestantes com a vacina dTpa (tríplice bacteriana acelular do tipo adulto), de forma a proporcionar imunidade passiva aos recém-nascidos.Além disso, o Ministério da Saúde estendeu o reforço da dTpa a profissionais de saúde que atuam em ginecologia, obstetrícia, pediatria, doulas e trabalhadores de berçários e creches com crianças até quatro anos. No Brasil, o último pico epidêmico de coqueluche ocorreu em 2014, com 8.614 casos confirmados. De 2015 a 2019, o número de casos confirmados variou entre 3.110 e 1.562. A partir de 2020, houve uma redução importante no número de casos confirmados, associada à pandemia de COVID-19 e ao isolamento social. Porém, entre 2016 e 2023, as taxas de vacinação contra a coqueluche ficaram abaixo dos 95% recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS), o que pode favorecer o aumento de casos.Proteja sua família! Verifique o calendário de vacinação e fale com seu médico sobre a melhor forma de prevenir a coqueluche. Para fazer isso da forma correta, tenha acesso a um plano de saúde capaz de cuidar de você e daqueles que ama com qualidade. Faça já sua cotação e venha para a Clinipam, uma empresa Hapvida NotreDame Intermédica.

Como cuidar da pele no inverno?

Como cuidar da pele no inverno?

Dermatologistas ensinam: como cuidar da pele no inverno?Com a chegada do inverno e, consequentemente, as baixas temperaturas e a queda na umidade do ar, é comum notar a pele mais ressecada e sensível. Para evitar esses incômodos e manter a pele saudável e bonita durante a estação mais fria do ano, é fundamental adotar cuidados específicos.Quer saber mais sobre os principais problemas de pele no inverno e os cuidados básicos para ter uma pele sempre saudável? Então continue a leitura e confira todas as nossas dicas!Como o inverno afeta a saúde da pele?Como dissemos anteriormente, durante o inverno há uma baixa na umidade do ar. Com isso, o corpo acaba transpirando menos. Porém, mesmo sem a transpiração visível, a pele continua perdendo água através da evaporação. E como, tendemos a ingerir menos água durante esse período, o resultado é uma pele mais desidratada.Além disso, banhos mais quentes provocam a perda da oleosidade natural da pele. Sendo assim, é comum que a derme apresente sinais de descamação, aspereza, aspecto esbranquiçado e opaco, bem como desconfortos como irritações e coceiras.Principais problemas de pele no invernoDurante o inverno, alguns problemas de pele são mais comuns. Entre os principais, estão:Ressecamento: a falta de umidade no ar e a exposição ao frio tornam a pele mais ressecada;Irritações: a pele seca pode levar a irritações e coceiras;Dermatite atópica (condição crônica da pele que causa inflamação, vermelhidão e coceira): quem sofre de dermatite atópica pode ter os sintomas agravados na estação; Lábios rachados: como a pele dos lábios é mais fina tende a sofrer mais com o frio. Hidratação é imprescindível!Cuidados básicos para manter a pele saudável no invernoAntes de mais nada, vale destacar que os cuidados essenciais para manter a pele saudável no inverno são aqueles que podem facilmente ser aplicados no dia a dia. Então, cuidar do maior órgão do corpo humano pode ser mais simples do que você imaginava! - Evite banhos muito quentes e demorados;- Hidrate a pele regularmente;- Fique atenta (o) à hidratação labial;- Beba no mínimo 2 litros de água por dia;- Utilize, preferencialmente, roupas de algodão para evitar irritações e mantenha-se bem agasalhado.Hidratação da pele no inverno: dicas e produtos recomendados pelos dermatologistasPara manter a pele do corpo ainda mais hidratada durante o inverno, use cremes hidratantes específicos para o seu tipo de pele.Mas, é válido optar por cremes mais densos e ricos em substâncias como ácido hialurônico e ureia. O ideal, é passar o creme logo após sair do banho, pois, o vapor que fica ajuda na absorção do creme, garantindo uma pele mais hidratada.Dica: para uma hidratação extra, adote também óleos corporais.Embora o sol esteja menos presente na estação, o uso do protetor solar é indispensável. Sendo assim, ao escolher um protetor, opte por um que possua proteção contra os raios UVB e UVA. Assim, você protege a sua pele de queimaduras e do envelhecimento precoce, devido à exposição solar.Além disso, não se esqueça dos lábios; use hidratantes específicos para evitar rachaduras.Por último, mas não menos importante, caso tenha dúvidas sobre quais produtos escolher ou se apresentar sintomas na pele relacionados ao inverno, procure um dermatologista! E para ter acesso aos melhores profissionais, conte com os planos de saúde da Clinipam, uma empresa Hapvida NotreDame Intermédica.Proteção solar no inverno: por que é importante?Mesmo no inverno, a proteção solar é fundamental. Os raios UV estão presentes durante todo o ano e podem causar danos à pele. Por isso, escolha um protetor com amplo espectro e fator de proteção solar (FPS), de pelo menos 30.Sendo assim, utilize protetor solar diariamente e reaplique ao longo do dia, principalmente se passar muito tempo ao ar livre.Como escolher os melhores produtos para cuidar da pele no inverno?A escolha dos produtos adequados para cuidar da pele no inverno é essencial para manter a hidratação e proteger contra os efeitos das baixas temperaturas.Leia os rótulos: é fundamental ler os rótulos para entender os ingredientes. Procure por produtos que contenham ácido hialurônico, ceramidas, glicerina e manteiga de karité. Isso porque esses ingredientes oferecem uma maior hidratação e restauração eficaz da pele.Evite produtos com álcool e fragrâncias: esses itens podem ressecar e irritar a pele, especialmente no inverno. Teste de pele: sempre faça um teste em uma pequena área da pele antes de usar um novo produto para garantir que você não tenha uma reação alérgica.Alimentação e nutrição para manter a pele saudável no invernoPor fim, manter a pele saudável nessa época não depende apenas de cuidados externos, mas também de uma alimentação equilibrada. Os nutrientes que ingerimos têm um impacto direto na saúde e aparência da pele. Portanto, uma alimentação balanceada, rica em nutrientes, é fundamental para manter a pele saudável e radiante.Como mencionado anteriormente, manter-se hidratado é fundamental. Portanto, beba no mínimo 2 litros de água por dia.Outro ingrediente importante na dieta são os ácidos graxos, que ajudam a manter a pele flexível e macia. Boas fontes incluem: peixes gordurosos como salmão, sardinha e atum, sementes de linhaça, chia e nozes.Além disso, alimentos ricos em antioxidantes, como frutas cítricas e vermelhas, bem como vegetais de folhas verde-escuras, também protegem a pele dos danos causados durante a estação.Seguindo essas dicas, você pode manter sua pele saudável e hidratada mesmo durante os meses mais frios do ano.

Julho Neon: Conheça a campanha que incentiva os cuidados com a saúde bucal

Julho Neon: Conheça a campanha que incentiva os cuidados com a saúde bucal

Julho Neon é uma campanha que alerta sobre a importância de cuidar da nossa saúde bucal. Durante todo o mês, dentistas e instituições se unem para promover atividades e divulgar informações sobre os cuidados para manter um sorriso saudável.A campanha surgiu em 2021 e foi criada pela SINOG (Associação Brasileira de Planos Odontológicos), com o intuito de democratizar o acesso a tratamentos odontológicos de qualidade. A campanha também busca educar e incentivar práticas adequadas de higiene bucal, como escovar os dentes regularmente, usar fio dental e ir ao dentista periodicamente.O cuidado com a saúde bucal vai além da estética. Com a adoção de hábitos em seu dia a dia, é possível prevenir doenças como cáries, gengivite, periodontite e até mesmo complicações mais graves, como doenças cardíacas. Um sorriso saudável também contribui para a autoestima, influenciando diretamente na qualidade de vida e bem-estar.Para incentivar a campanha, a Hapvida Interodonto preparou vários vídeos para promover o cuidado com a saúde bucal. Confira:

Comunicado importante: Clínica Pinheirinho entrará em reforma

Comunicado importante: Clínica Pinheirinho entrará em reforma

Prezado(a) beneficiário(a), Informamos que, a partir do dia 15 de julho, a Clínica Pinheirinho (Av. Winston Churchill, 1654 - nº 1.654 - Pinheirinho, Curitiba - PR), passará por reforma e os atendimentos eletivos serão feitos nas unidades: • Centro Clínico Água Verde (Av. Getúlio Vargas, nº 2.499 - Água Verde, Curitiba); • Centro Clínico Carmo Boqueirão (Av. Marechal Floriano Peixoto, nº 7.477 - Boqueirão, Curitiba); • Centro Clínico Centro (Rua Monsenhor Celso, nº 98 - Centro, Curitiba).Atenção: O Pronto Atendimento de urgência e emergência e o setor de exames funcionarão normalmente.Para conhecer as Unidades da Clinipam, uma empresa Hapvida NotreDame Intermédica, ou consultar a rede de atendimento do seu plano, acesse o site Clinipam ou o aplicativo Clinipam.

Plano odontológico para tratamentos estéticos?

Plano odontológico para tratamentos estéticos?

Existe um plano odontológico com cobertura para tratamentos estéticos?Saiba quais procedimentos as operadoras são obrigadas a oferecer de acordo com a ANS.Estar em dia com a saúde bucal é importante, mas não se pode negar que cuidar da estética é um fator de autoestima para a maioria das pessoas. Além de um sorriso saudável e bonito, muitos beneficiários anseiam pela possibilidade de realizar intervenções que melhorem a aparência dos dentes e da boca por meio dos convênios.Diante disso, fica a pergunta: existe um plano odontológico com cobertura para tratamentos estéticos? A resposta é: depende! Afinal, isso recai sobre o tipo de contrato e procedimento desejado. Portanto, reunimos algumas informações importantes para quem deseja ampliar o leque de possibilidades na próxima ida ao dentista. Confira!Planos odontológicos com cobertura estética: entenda como funcionamAntigamente, quem se formava em odontologia era conhecido por resolver uma série de questões relacionadas à prevenção, tratamento e diagnóstico de problemas dentários. O que muita gente não sabe, é que se trata de um especialista capacitado a lidar com intercorrências nas gengivas, língua, ossos da face e até do pescoço. Porém, de uns tempos para cá, a categoria passou a ser habilitada a atuar em caráter estético com ou sem benefícios funcionais.A má notícia é que a grande maioria faz isso de forma particular, ou seja, limitando a abrangência do que é aceito ou não no consultório via plano odontológico. Para não comprometer a qualidade da rede credenciada e diante da demanda crescente por esse tipo de serviço, cada vez mais as operadoras oferecem a possibilidade de contratar coberturas adicionais. Sendo assim, o paciente pode, por exemplo, escolher a modalidade no qual esteja incluso consultas, check-ups, limpezas e extrações de cáries e, a depender da disponibilidade de quem o atender, buscar alternativas em relação aos demais procedimentos (lembrando que devem estar previstos em contrato). Seja como for, de acordo com uma resolução do Conselho Federal de Odontologia (CFO), os cirurgiões-dentistas são aptos a tratar pacientes que os procuram para esses fins desde que não ultrapassem sua área anatômica de atuação, que vai da garganta até o limite superior nasal, entre as sobrancelhas e limita-se na região de entrada do canal auditivo. Em suma, os cursos de graduação e pós-graduação incluem estudos a respeito de músculos do rosto, doenças e outras patologias. Contudo, a recomendação é a de sempre buscar por locais onde haja comprovação de que foram feitos os cursos necessários a devida atualização de conhecimento. Em caso afirmativo, vale observar se as instituições de ensino descritas em diplomas e certificados são idôneas e reconhecidas pelo MEC. Caso contrário, o ideal é buscar por outro profissional. Tratamentos estéticos em planos odontológicos: o que é coberto?Se você contratou o plano odontológico pensando que poderia se submeter a uma cirurgia na face, como a rinoplastia (feita para corrigir alterações no contorno do nariz) ou um face lifting (usada para eliminar as rugas cirurgicamente), saiba que ambos são vetados pelo CFO. Por outro lado, as tão buscadas harmonização facial, botox, bichectomia e preenchimento labial se enquadram como especialidades odontológicas.Visando a segurança da população, o conselho reforça a importância do exercício correto e ético da profissão, pautado no emprego de técnicas corretas. Dessa forma, veja abaixo a lista do que pode ser feito por dentistas de acordo com a CFO 198/2019. - Aplicação de toxina botulínica; - Procedimentos com preenchedores faciais; - Aplicação de agregados leucoplaquetários autólogos (como PRP, I-PRF, Alb-PRF/plasmagel);- Intradermoterapia;- Uso de bioestimuladores de colágeno;- Procedimentos de lipoplastia facial (química, física ou mecânica);- Procedimento cirúrgico de bichectomia;- Procedimento cirúrgico de liplifting.Plano odontológico com cobertura para clareamento dental: é possível?Como se diz popularmente, um sorriso bonito é nosso cartão de visitas. Aliás, já reparou que desde o crescimento das redes sociais os dentes estão cada vez mais brancos? Sim, muitos famosos e influenciadores digitais não abrem mão do clareamento dental antes de gravarem seus stories livres de manchas e descolorações. Automaticamente, passam a ser copiados por suas legiões de seguidores. Justamente pela fama e alta procura, o procedimento capaz de deixar os dentes brilhantes tem se tornado mais acessível.Como adquirir um plano odontológico é mais vantajoso do que tratamentos avulsos, faça uma cotação e verifique tudo o que é possível realizar com tratamento especializado da Clinipam, uma empresa Hapvida NotreDame Intermédica. Saiba quais são os tratamentos estéticos cobertos pelo plano odontológicoVia de regra, as coberturas adicionais oferecidas pelas operadoras, isto é, que demandam pagamentos extras aos valores mensais, incluem procedimentos que visam beneficiar a estética e melhorar as funções. São eles:- Facetas de porcelana: são finas camadas de porcelana colocadas sobre a superfície frontal dos dentes para melhorar a aparência, corrigir irregularidades, fechar espaços e proporcionar um sorriso mais uniforme;- Coroas de porcelana: são capas que cobrem todo o dente, usadas para melhorar a estética de um dente danificado, descolorido ou desgastado;- Restaurações estéticas: utilização de materiais restauradores como resina composta para preencher cavidades e restaurar a forma e cor natural dos dentes afetados pela cárie;- Implante dentário: substituição de dentes perdidos por implantes que se integram ao osso, proporcionando uma solução estética e funcional;- Ortodontia estética: uso de aparelhos dentários mais discretos, como alinhadores transparentes, para corrigir a posição dos dentes sem comprometer a aparência;- Contorno gengival: ajuste cirúrgico das gengivas para criar um equilíbrio estético entre os dentes e a gengiva sensível;- Cirurgia ortognática: procedimentos cirúrgicos que corrigem problemas de má oclusão e assimetria facial, melhorando tanto a estética quanto a função.Entenda a diferença entre tratamentos estéticos e procedimentos preventivos no plano odontológicoEnquanto a odontologia tradicional reúne tratamentos com foco na prevenção, diagnóstico e tratamento de doenças bucais - desde cáries e gengivites até periodontite e abscessos -, a odontologia estética ou dentística é a área que se concentra em melhorar a aparência geral dos dentes, boca e sorriso.Quais são os tratamentos estéticos mais procurados em planos odontológicos?Como dissemos anteriormente, os recursos estéticos considerados os queridinhos de quem busca dar um upgrade na fisionomia fazem parte do que chamamos de harmonização facial. Trata-se de um grupo de procedimentos que procuram equilibrar estética e funcionalmente os dentes, nariz, queixo e bochechas com o rosto no geral. Este equilíbrio visa promover um alinhamento e correção dos ângulos da face, garantindo mais beleza e fortalecendo as características existentes.Planos odontológicos com cobertura para ortodontia estéticaTer os dentes tortos, espaçados ou encavalados (quando nascem uns sobre os outros) costuma ser um incômodo capaz de gerar até consequências socioemocionais. Pensando nisso, a ortodontia estética é uma área da odontologia cuja premissa principal se ocupa da prevenção e correção de alguns dos defeitos de posição dos dentes e outros problemas faciais relacionados. Neste contexto, ocorre uma relação quase que interdependentemente entre os conceitos de estética e função.

Reajuste anual dos planos de saúde individuais

Reajuste anual dos planos de saúde individuais

Entenda como funciona o reajuste anual dos planos de saúdeO reajuste anual dos planos de saúde é um processo regulado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e envolve diversos fatores e metodologias. Entender como ele é calculado pode ajudar você a planejar suas finanças e escolher o plano ideal para suas necessidades. Abaixo, explicamos os principais aspectos do reajuste anual dos planos de saúde.O que é o reajuste anual dos planos de saúde?O reajuste anual é a atualização dos valores cobrados pelos planos de saúde, realizada uma vez por ano. Esse reajuste visa adequar os preços dos planos às variações de custos dos serviços médicos e dos insumos, como produtos e equipamentos, garantindo a manutenção dos serviços oferecidos.Como é calculado o reajuste anual dos planos de saúde?Além dos custos de serviços médicos, o reajuste é calculado de acordo com a inflação e a variação da frequência de uso do plano de saúde, sendo:Índice de inflação: Variação de preços de insumos como alimentação, vestuário, educação, transportes etc.Utilização do plano de saúde: Variação das despesas em saúde, frequência de utilização do plano e incorporação de novas tecnologias.Esses fatores definem somente o reajuste dos planos de saúde individuais e familiares. Planos empresariais e coletivos são calculados de outra forma, já com negociação entre a operadora e a empresa contratante, podendo resultar em diferentes percentuais de reajuste.Qual é a diferença entre reajuste por faixa etária e reajuste anual?O reajuste anual é aplicado uma vez por ano para todos os beneficiários, ajustando os valores para refletir mudanças nos custos médicos e econômicos. Já o reajuste por faixa etária ocorre quando o beneficiário muda de uma faixa etária para outra, podendo levar a um aumento na mensalidade devido ao maior uso de serviços de saúde à medida que se envelhece.Qual é o reajuste definido para 2024?A ANS definiu que os planos de saúde individuais e familiares regulamentados terão reajuste de 6,91% no período de maio de 2024 a abril de 2025, a partir do mês de aniversário do contrato.Esse índice reflete a variação das despesas assistenciais ocorridas em 2023 em comparação com as despesas assistenciais de 2022 de beneficiários de planos de saúde individuais e familiares.Como o reajuste é aplicado?A partir de julho, você receberá o boleto com a nova mensalidade reajustada. Clique aqui para ver a tabela com o reajuste aplicado. Os valores, percentuais de reajuste e número de meses para o cálculo de cobrança retroativa observam as previsões contratuais, as datas de aniversário do seu contrato (data base) e as datas de mudança de faixa etária. Para planos não regulamentados, o reajuste seguirá conforme índice definido em contrato.Como posso acompanhar os índices de reajuste autorizados pela ANS?Você pode acompanhar os índices de reajuste acessando o site oficial da ANS, que disponibiliza informações atualizadas sobre os percentuais de reajuste, garantindo transparência aos beneficiários.

A atuação do plano de saúde para doenças crônicas

A atuação do plano de saúde para doenças crônicas

Qual a importância do plano de saúde no tratamento de doenças crônicas?Essas enfermidades podem causar mortes prematuras, ou seja, em pessoas com menos de 70 anosAs doenças crônicas não transmissíveis (DCNTs) – como doenças cardiovasculares, câncer, diabetes e doenças respiratórias crônicas – representam um dos maiores desafios à saúde pública global e brasileira. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), as DCNTs são responsáveis por 74% das mortes no mundo, o que equivale a 41 milhões de pessoas. Anualmente, 17 milhões dessas mortes ocorrem em pessoas com menos de 70 anos, o que se considera como "mortes prematuras". Para enfrentar esse problema, a comunidade internacional estabeleceu a meta de número 3.4 dentro dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), visando reduzir em um terço a mortalidade prematura por DCNTs até 2030.No Brasil, o indicador monitorado pelo país no âmbito da ODS 3.4 é a probabilidade de uma pessoa entre 30 e 69 anos morrer devido a doenças cardiovasculares, câncer, diabetes ou doenças respiratórias crônicas. Em 2015, essa probabilidade era de 15,76% e reduziu para 14,38% em 2022, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A diminuição é um bom sinal, mas ainda há um longo caminho a ser percorrido.Nesse cenário, os planos de saúde desempenham um papel essencial na prevenção e no controle das DCNTs, complementando as ações do Sistema Único de Saúde (SUS).Por que é importante ter um Plano de Saúde para o tratamento de doenças crônicas?Doenças crônicas demandam cuidados contínuos e acompanhamento médico regular. Ter um plano de saúde garante acesso a médicos especialistas, exames diagnósticos e programas de apoio adequados, que contribuem para prevenir o desenvolvimento de complicações graves. Isso resulta em uma melhor qualidade de vida para o paciente, que pode manter suas atividades cotidianas com menos interrupções e preocupações relacionadas à saúde.Coberturas mais importantes em um Plano de Saúde para doenças crônicasAo escolher um plano de saúde para o tratamento de doenças crônicas, certifique-se de que o plano cobre consultas com médicos especialistas nas áreas relevantes para o tratamento da sua doença, como cardiologia, endocrinologia, oncologia e outras especialidades.Também verifique a cobertura para exames laboratoriais e de imagem necessários para monitorar a evolução da doença, como exames de sangue, ultrassonografias, ressonâncias magnéticas e tomografias. Dependendo da necessidade, confirme se o plano cobre procedimentos mais complexos, como biópsias, cirurgias, quimioterapia e radioterapia, além de serviços de reabilitação física, funcional ou psicossocial.Outra recomendação é analisar se os medicamentos que você precisa utilizar regularmente estão na lista dos cobertos pelo plano. Por isso, se você busca um plano ideal, a Clinipam, uma empresa Hapvida Notredame Intermédica oferece o melhor plano de saúde para você e sua família.Como escolher o melhor Plano de Saúde para o tratamento de doenças crônicas?Escolher o plano de saúde ideal envolve analisar a rede credenciada de médicos e hospitais, os tipos de procedimentos incluídos, a facilidade de agendamento de consultas e exames, e a cobertura para medicamentos.Lembre-se de que a disponibilidade de especialistas perto de você pode facilitar o acesso ao atendimento e reduzir deslocamentos. Por isso, assegure-se que haja profissionais e unidades de saúde especializados no tratamento da sua doença na sua região. Depois dessa avaliação inicial, compare os preços dos planos disponíveis e escolha aquele que melhor se encaixa no seu orçamento. Considere não apenas o valor da mensalidade, mas também os custos adicionais, como as participações e franquias. Por último, mas não menos importante, pesquise a reputação da operadora de saúde. Leia avaliações de outros usuários e consulte índices de satisfação disponíveis em órgãos reguladores, como a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Benefícios do acompanhamento médico regular para o tratamento de doenças crônicasO monitoramento contínuo do paciente ajuda a manter as doenças crônicas sob controle. As consultas periódicas permitem que o médico acompanhe a evolução dos sintomas por meio de exames e avaliações clínicas. Com isso, há a detecção precoce de problemas e a possibilidade de intervenções rápidas, evitando o agravamento da doença.A identificação precoce de complicações evita procedimentos mais complexos e caros no futuro, além de reduzir a necessidade de internações frequentes. Na prática, isso contribui para a qualidade de vida do paciente e a redução de custos.O que são doenças crônicas?Doenças crônicas são condições de saúde de longa duração e, geralmente, de progressão lenta. Na maioria dos casos, não há cura definitiva para elas. No entanto, o tratamento adequado pode controlar a doença, permitindo a manutenção de um estilo de vida funcional.Exemplos de doenças crônicas: - Doenças cardiovasculares: afetam o coração e os vasos sanguíneos, como hipertensão, angina, infarto e acidente vascular cerebral (AVC). - Doenças respiratórias crônicas: afetam os pulmões e as vias aéreas, como asma, bronquite crônica e doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC). - Diabetes: uma doença metabólica que afeta a forma como o corpo utiliza a glicose no sangue. - Câncer: caracterizado pelo crescimento anormal e descontrolado das células, podendo afetar diversos órgãos. - Doenças reumáticas: afetam articulações, músculos, ossos e tecidos conjuntivos, como artrite reumatoide, lúpus e fibromialgia. - Doenças neurológicas: afetam o sistema nervoso, como Alzheimer, Parkinson e epilepsia. - Doenças mentais: afetam a saúde mental e o bem-estar emocional, como depressão, ansiedade e transtorno bipolar.A importância da adesão ao tratamento para o controle das doenças crônicasMesmo com o auxílio de um plano de saúde, o sucesso do tratamento de doenças crônicas depende em grande parte da adesão do paciente às orientações médicas. Isso inclui tomar medicamentos corretamente e realizar os exames periódicos.Fatores de risco como tabagismo, alimentação inadequada, uso nocivo de álcool e sedentarismo contribuem para o desenvolvimento dessas doenças. Por isso, a manutenção de hábitos de vida saudáveis também é um pilar estratégico do tratamento. Algumas das principais recomendações dos profissionais da saúde são: seguir uma dieta balanceada, praticar atividade física regularmente, dormir bem e evitar o tabagismo e o consumo excessivo de álcool.O tratamento correto de doenças crônicas reduz o risco de complicações graves e internações hospitalares, contribuindo para uma vida mais saudável e equilibrada. Planos de saúde que oferecem suporte e acompanhamento contínuo podem ajudar os pacientes a se manterem comprometidos com seu tratamento.

A importância da doação de sangue na saúde pública

A importância da doação de sangue na saúde pública

Dia Mundial do Doador de Sangue: a importância da doação de sangue para a saúde públicaAlém de ser uma atitude nobre e não custar nada, o processo é relativamente rápido e sem qualquer risco à saúde de quem doa.Como parte das celebrações do Dia Mundial do Doador de Sangue, neste dia 14, a campanha Junho Vermelho visa incentivar as pessoas a doarem, bem como chamar a atenção dos doadores voluntários habituais no intuito de abastecer o estoque nos hemocentros, uma vez que as reservas costumam baixar nesta época do ano. Por consequência, a falta do fluido - um composto de células que cumprem funções como levar oxigênio pelo corpo, defender o organismo contra infecções e participar na coagulação - impede que muita gente seja atendida e, inclusive, eleva o risco de mortes. Mais que um ato de solidariedade, amor e empatia, doar sangue representa a oportunidade real de ajudar a salvar vidas. Para se ter ideia, uma única bolsa de 450ml atende até quatro internados em hospitais públicos, privados e filantrópicos localizados em todo o Paraná. Em suma, as doações são vitais no atendimento a feridos durante emergências de todos os tipos (desastres naturais, acidentes, conflitos armados, etc.) e tem um papel essencial nos cuidados maternos e neonatais.De acordo com o Ministério da Saúde (MS), apenas 1,4% dos brasileiros doam sangue regularmente - a cada 1 mil cidadãos, 14 são doadores regulares. Em parte, a baixa adesão ocorre em virtude da falta de informações. Se você tem o desejo de se tornar um doador, mas ainda tem dúvidas sobre como e onde ir e quais são os pré-requisitos e os principais cuidados após o procedimento, confira o conteúdo a seguir. Dia Mundial do Doador de Sangue: saiba por que essa data é tão importanteA data de 14 de junho foi instituída como o Dia Mundial do Doador de Sangue em homenagem ao nascimento de Karl Landsteiner, imunologista austríaco que descobriu o fator Rh e as várias diferenças entre os tipos sanguíneos. Desde 2005, a Assembleia Mundial da Saúde promove ações com diferentes debates que englobam o tema de suma importância a toda sociedade.Além de agradecer a quem pratica este gesto solidário por razões absolutamente altruístas, é um dia dedicado à conscientização sobre a necessidade universal de sangue seguro para diversos fins hospitalares e farmacêuticos. Vale lembrar que o ser humano é a única fonte de matéria-prima para a realização de transfusões, o que aumenta a necessidade de contribuir já que a quantidade de sangue coletada é pouco para quem doa, mas muito para quem precisa. A importância da doação de sangue para salvar vidasSegundo o MS, o acesso a sangue seguro ainda é um privilégio de poucos. A maioria dos países de baixa e média renda luta para incentivar as doações a fim de aumentar o número de atendimentos. Da mesma forma, muitos não possuem os equipamentos utilizados para realizar todos os testes ou eles são escassos. Globalmente, 42% do sangue é coletado em nações de primeiro mundo, que abrigam apenas 16% da população mundial.Diante do cenário, nunca é demais falar sobre o assunto visto que o suprimento é fundamental para tratamentos e intervenções urgentes. Sem falar o quanto é capaz de ajudar quem sofre de condições graves e apoiar procedimentos médicos e cirúrgicos complexos. Como funciona o processo de doação de sangueCaso tenha decidido se tornar um doador de sangue, saiba que é muito simples. Contudo, algumas recomendações são indispensáveis para garantir a segurança do processo - que só pode acontecer em pontos de coleta devidamente autorizados nos quais haja materiais estéreis e descartáveis. Em primeiro lugar, o voluntário deve ir a um hemocentro - espaço dedicado exclusivamente ao recebimento das doações - portando documento original com foto. Hoje em dia, há locais que disponibilizam agendamento prévio pela internet. Chegando lá, o doador será orientado por profissionais devidamente capacitados e responsáveis por:1. Registro e triagem clínica: são coletados os dados pessoais do doador e é feito um questionário sobre sua condição física para verificar questões como anemia e hábitos de vida. O paciente é avaliado por um profissional de saúde que constata se ele está bem de saúde para prosseguir;2. Doação: após ser liberado, uma agulha é acoplada a uma espécie de mangueira que conduz o sangue do braço do doador até a bolsa de sangue com capacidade de 450ml. Esta, por sua vez, fica posicionada em uma bandeja que “chacoalha” o sangue durante toda a doação. Isso é essencial para que o composto não coagule e se deteriore. Ao todo, costuma levar aproximadamente 10 minutos para concluir;3. Lanche: se não tiver nenhuma intercorrência, o doador é encaminhado a uma sala na qual é servido um lanche e as orientações a respeito dos cuidados pós-doação são repassadas. Após a doação, o material é centrifugado e dividido em três componentes: hemácias, plaquetas e plasma. Depois, o sangue passa por exames laboratoriais e definição do tipo sanguíneo. Por fim, a bolsa é liberada para a transfusão e, como dito anteriormente, é comumente utilizada em fatalidades, cirurgias e por pacientes oncológicos.Se você quer saber mais sobre conteúdos como esses e precisa contar com especialistas qualificados, a Clinipam, uma empresa Hapvida Notredame Intermédica oferece o melhor plano de saúde para você e sua família.Quem pode doar sangue? Conheça os pré-requisitos básicosPara se tornar um doador de sangue, é preciso ter entre 16 e 69 anos. No caso da primeira doação, a idade máxima é 60. Confira o check list abaixo:- Levar documento de identificação com foto e órgão expedidor (RG, CNH);- Estar em boas condições de saúde;- Ter entre 16 a 69 anos (de 16 a 17 com autorização do responsável legal);- Idade até 60 anos, se for a primeira doação;- Obedecer o intervalo entre doações de sangue de 90 dias para mulheres e 60 dias para homens;- Pesar mais do que 50 kg;- Não estar em jejum;- Após o almoço ou jantar, aguardar pelo menos 3 horas;- Não ter feito uso de bebida alcoólica nas últimas 12 horas;- Não ter tido parto ou aborto há menos de 3 meses;- Não estar grávida ou amamentando;- Não ter feito tatuagem ou maquiagem definitiva há menos de 12 meses;- Não ter piercing em cavidade oral ou região genital;- Não ter feito endoscopia ou colonoscopia há menos de 6 meses;- Não ter tido febre, infecção bacteriana ou gripe há menos de 15 dias;- Não ter fator de risco ou histórico de doenças infecciosas, transmissíveis por transfusão (hepatite após 11 anos, hepatite b ou c, doença de chagas, sífilis, aids, hiv, htlv i/ii);- Não ter visitado área endêmica de malária há menos de 1 ano;- Não ter tido malária;- Não ter diabetes em uso de insulina ou epilepsia em tratamento;- Não ter feito uso de medicamentos anti-inflamatórios há menos de 3 dias (se a doação for de plaquetas).Saiba quais são os tipos sanguíneos mais raros e por que eles são importantesOs tipos sanguíneos considerados raros são aqueles menos presentes em um determinado povo ou região. Em nosso país, entram o AB-, B- e o AB +. De acordo com a Sociedade Internacional de Transfusão Sanguínea (ISBT), a classificação é feita com base na porcentagem em que eles aparecem em uma pessoa a cada mil habitantes de determinada civilização. Outro fenótipo pouco encontrado é o chamado “sangue dourado” ou “sangue de Rh nulo". Nesses casos, pode ser doado a qualquer pessoa dentro da tipagem sanguínea tradicional com Rh positivo e negativo. No entanto, é considerado uma desvantagem para o hospedeiro, que por sua vez só pode receber transfusão de outro sangue Rh nulo. Sendo assim, se encontrar uma pessoa com sangue dourado já é difícil, imagine encontrar duas. Doação de sangue: mitos e verdades que você precisa conhecerComo parte do nosso compromisso no combate à desinformação, selecionamos os cinco principais mitos relacionados à doação de sangue. 1. Tatuagem e piercings impedem a doação - MITO: pode haver restrições para esse público, mas elas não são definitivas;2. Tomei vacina e não posso ser doador - MITO: a aplicação de algumas vacinas pode impedir temporariamente a doação;3. A doença de sangue pode prejudicar a saúde do doador - MITO: a partir do momento em que a doação é finalizada, o organismo já atua para recompor o volume sanguíneo, que volta a ser o mesmo em até 24 horas após a doação;4. Determinados grupos de risco não podem doar sangue - MITO: não se usa mais o conceito de “grupo de risco”. Para evitar estigmas e preconceitos, a abordagem atual envolve a noção de “comportamento de risco”, a qual impede a doação de qualquer indivíduo que tenha se exposto a determinadas situações que elevam o risco de uma série de doenças;5. Se doar uma vez, sou obrigado a doar sempre - MITO: os interessados em doar podem fazer a doação voluntariamente sempre que tiverem vontade, respeitando eventuais restrições de acordo com seu estado de saúde e o prazo entre as doações.Saiba como se preparar para a doação de sangue e garantir uma experiência tranquilaAntes de doar, o ideal é descansar e ter dormido, no mínimo, 6 horas. Quanto à alimentação, procure fazer uma refeição saudável e equilibrada cerca de três horas antes da coleta. Da mesma forma, evite consumir bebidas alcoólicas, pelo menos, no dia anterior à doação. Programe-se em relação à tatuagens, piercings e demais procedimentos estéticos ou cirúrgicos eletivos, pois será preciso aguardar alguns meses para ser considerado apto novamente. E nada de dispensar o lanchinho oferecido quando termina, combinado? Afinal, a perda de volume de sangue no corpo pode fazer com que você se sinta temporariamente enfraquecido.Não posso doar sangue. Como ajudar nessa causa?Se você não pode doar sangue por algum motivo, não se preocupe. Ainda assim há muitas alternativas para que você possa participar dessa grande corrente e ajudar muitas pessoas a partir das suas atitudes. Alguns exemplos de ações benéficas para o mundo da doação são:- Compartilhe este artigo entre os seus amigos e conhecidos;- Fale com quem puder sobre os benefícios da doação;- Explique como é feito o procedimento;- Defenda a importância da atenção básica à saúde, complementar ao processo de doação;- Se ofereça para acompanhar alguém que queira doar sangue.Como podemos ver, o Dia Mundial do Doador de Sangue é uma data relevante para todos. Que tal começar uma corrente do bem e dar o primeiro passo?